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sábado, 6 de julho de 2013

Sex and the city : ABC de uma serie mitica mas sempre muito Trendy .....





A "premiere" de  «Sex and the city » é bem diferente dos seus derradeiros episódios, e quando revemos a serie mais uma vez é quando notamos as diferenças .

As quatro personagens evoluíram significativamente mas ao mesmo tempo mantiveram as suas carateristicas base.
Nesta primeira temporada vemos o inicio da relação on-off de Carrie com Mr.Big . O idealismo romântico de Charlotte, a mente sexualmente aberta de Samatha e o ceptismo romântico de Miranda

Na segunda temporada, temos o reatar de Carrie de Big umas vezes com avanços outras com recuos, Miranda conhece Steve, um bartender que ira ser o seu grande amor e a tornará não somente numa mãe de família como numa mulher casada.
Charlotte e Samantha continuam sendo elas próprias ..

Na terceira temporada volta a roda vida do relacionamento de Carrie e Big, sendo que nesta temporada ele casou se com jovem de 25 anos, e Carrie conhece Aiden. Apesar de estarem os dois comprometidos voltam a ter um vida dupla .
Charlotte encontra o seu primeiro marido, o médico Trey .

No final da 3 temporada, vemos o final do romance de Carrie com Aiden devido a sua traição com o Mr. Big, o tão esperado casamento de Charlotte afinal não é tão perfeito como seria de esperar, outro casamento que não dá certo é o de Mr. Big e Natasha .

No final da 4 ªtemporada, temos o final da relação de Samantha com Richard Right, o nascimento de Brady na véspera da despedida de Mr. Big para a Califórnia. O episódio final da temporada é um dos meus episódios preferidos . Onde Carrie e Big  dançam "Moon River "e depois passeiam por Central Park num coche e são interrompidos pelo nascimento do filho de Miranda.
Charlotte encara com dificuldade a sua separação com Trey e volta a vida de solteira/divorciada ....

 A 5 temporada começa com uma Miranda descobrindo as "maravilhas"da maternidade, uma Charlotte divorciada mas a caminho de uma nova religião: converte se ao Judaísmo de modo a casar com o advogado que tratou do seu divorcio, Harry Goldenblatt.
Samatha descobre o Amor num empregado de restaurante que transforma num sex-symbol e movie star, e cai por terra toda a sua independência afectiva .
Carrie continua a sua amizade com Big, ao mesmo tempo que conhece um outro escritor, Berger. A coisa não corre bem e ele termina a relação com um post -it .

Na derradeira e 6ª temporada, temos o caso de Carrie com Aleksadr Petrovsky, artista plástico, que a convida para ir viver com ele para Paris. A revelação dos sentimentos de Big aquando da sua operação ao coração.
Miranda rende -se ai matrimónio, embora sem qualquer pormenor romântico .
Samantha luta contra o cancro da mama, e Charlotte tenta a adopção, para concretizar o seu grande sonho : ser mãe .

Outro dos meus episódios preferidos são os dois últimos. Tem lugar na sua maioria em Paris, e são a cereja no topo do bolo para as fãs da serie e da dupla Carrie e Big ...

Lembro que fiquei com uma lagriminha ao canto do olho quando vi a primeira vez .... e nunca me farto de ver e rever «and so on » ....
São um clássico e nunca passa de moda .... Estejamos nós nos anos 90 ou mesmo em 2013 ....







sábado, 13 de abril de 2013

Sex and the City : the beginning



O novo "guilthy pleasure" das fãs do «Sex and the City» , «The Carrie Diaries», a historia da adolescência da famosa Carrie Bradsaw.



A actriz que interpreta a teenager Carrie não podia ser mais parecida com a Carrie adulta . Não há qualquer parentesco entre Sarah Jessica Parker e AnnaSophia Robb.




Situado nos anos oitenta, conta os tempos de liceu de Carrie, após a perda da mãe, vitima de doença prolongada. Carrie  vive com o pai, advogado e com a irmã mais nova, na cidade de Connecticut. Graças a um estágio de Advocacia que seu pai lhe arranja, Carrie descobre a sua grande paixão: New York .




Com o desenrolar da série. Vimos como ela descobriu o não menos famoso "Cosmopolitan", o mundo da Moda,os seus primeiros Manolo Blahnik,  o sonho de ser escritora, os seus amores mais ou menos correspondidos . Todo o percurso, obstáculos, experiências e qual o percurso de Carrie até à Big Apple. Conhecemos uma das personagens mais emblemáticas da televisão norte-americana em estado embrionário. 

O argumento é baseado no livro da mesma autora da serie - Candace Bushnell. 


A banda sonora é um "must" para quem viveu aquela «gold age», uma viagem no tempo, sem internet, telemóveis ou"gadgets" tão indispensáveis nos dias de hoje .

Interessante seria rever os episódios da série com pequenas referencias ao passado da personagem e confrontá-los com a prequela «The Carrie Diaries».



Fiel seguidora das seis temporadas série original, estou a adorar conhecer a Carrie teenager.

sábado, 23 de março de 2013

The way we were ....Vs Sex and the City ....



Numa sessão de zapping dei com o filme - «The way we were ». Uma clássica «love story» .
Encontro de amantes completamente opostos em termos de personalidades como também em termos políticos o que não impede de inevitavelmente se apaixonarem .
Adorei o filme a primeira vez que o vi, e voltei a ver aquando da sua referencia num episódio do "Sexo e a Cidade" .


Digamos que cai que nem uma luva a história de Kate e Hubell no episódio em que Carrie vê o Mr Big a sair do Hotel com a sua nova esposa . Ambas não deixaram de amar após a separação e o consequente passar de anos . Ambas ajeitam o cabelo e repetem : «Your girl is lovely, Hubbell». Eles escolheram o caminho mais fácil e preferiram mulheres ditas "objecto" em detrimento das sólidas e emocionalmente  complicadas como é o caso de Carrie e Kate.

Os seus olhos demonstravam ainda o amor que sentiam por elas mas escolheram ficar presos aos ditames da sociedade .
O filme é de 1973 . Os protagonistas são Barba Streisand e Robert Redford . Uma dupla magnifica e excepcional .
Redford estava no auge da sua beleza . O filme recebeu ainda nomeação para os Oscares : Melhor actriz e melhor canção : Memories .

Aconselho vivamente a ver ou rever este clássico ....


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Let´s go to the fairy tales land ...

Quem não gosta de contos de fadas ? A ideia faz-nos regressar à infância! Há algumas semanas começou uma serie " Once upon a Time ", naturalmente traduzido à letra «Era uma vez».  À partida, o público alvo seria infantil, mas não é o caso. Não excluindo esse «target» , a grande maioria é adulta e feminina. O porquê pode ser explicado pela própria realidade e quotidiano de cada um de nós. As nossas vidas precisam de açúcar, sonhos, fantasia. E lá diz um popular cantor português "é nas canções de amor que encontramos o açúcar que adoça as nossas vidas, sendo umas mais amargas que outras".
A série é da mesma equipa de «Lost»( que me desculpem os fãs, mas nunca consegui seguir, lembro 
de ter visto os primeiros e o último episódios). Uma criança, Henry, procura uma espécie  « bouty - hunter », ficamos a saber que é a sua mãe biológica. Após algum cepticismo, decide levá-lo a casa e no caminho, a criança fala da existência de dois mundos : terra dos contos de fadas e a realidade, onde se encontram. Cada habitante de Storybroke, corresponde a um personagem de conto de fadas .
Todo e qualquer conto de fadas é referido com alguma inter- relação entre as personagens dos diversos universos, por exemplo, a Branca de Neve é amiga do Capuchinho Vermelho.
Outra novidade é que as personagens são adultas, e as histórias têm em si mesmo pequenas alterações. A série é viciante, muito baseada na química sexual entre os personagens.
Aqui entre nós, um outro atractivo é o elenco, digamos cativa em massa o público feminino.
Para alem do Príncipe Encantado que faz jus ao nome, temos outras personagens como o chapeleiro louco que transpira sensualidade, o caçador/xerife da cidade, e até mesmo o forasteiro que se supõe que seja um dos irmãos Grimm.
Uma série a ser acompanhada por mil e uma razões! Acima de tudo pela necessidade de sonhos e fantasia,  e durante aqueles minutos esquecemos que existe um mundo lá fora ...